Porque esse blog querido aqui está às moscas…

Porque esse meu cantinho querido está meio que às moscas?

É por um simples motivo: falta absoluta de tempo pra atualizar, colocar impressões, os lugares bacanas que fui desde julho do ano passado… mas, principalmente e sobretudo, por causa da ISADORA, a pequena roundhouse kick baby que habita minhas entranhas.

Pequena Isa, mesmo antes de nascer, está me tomando todo o tempo livre e eu, como boa mãe nerd que sou, estou pensando nas coisas pra ela vir muito bem a esse mundo.
E as trilhas ficaram meio de lado, as viagens, as idas ao cinema… tudo diminuiu de ritmo.

Enquanto isso ando escrevendo algumas coisas sobre ela em outro blog: http://mamaenerd.blogspot.com/

Façam uma visitinha lá pra saber a quantas andam as estripulias da Isadora ;D

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Essa que vos fala gravidíssima de 4,5 meses (um tempo atrás)...

I ♥ Padoquinha

(Pra listinha de padarias… sei que muitos amigos também curtem ;o)

Quem me conhece de verdade sabe do meu amor por padoquinhas… não estamos falando aqui daquelas padarias/botecos de bairro, apertadinhas, cheias de bebuns e que só tem pão francês, mas das grandes e diversificadas padarias que povoam São Paulo, agora disseminadas pelos mais diversos bairros além da região onde se agrupavam antes (Zona Centro-Sul, Vila Madalena e bairros granfinos).

Então estou sempre, ao lado do meu fiel cavaleiro-andante-marido Aroldo, procurando uma dessas delícias de estabelecimentos que servem ao mesmo tempo cappuccinos, doces, sopas, pães fresquinhos e diferentes, pratos elaborados,  revistas, happy-hour com a galera, refúgio gastronômico na alta madrugada, cervejas, vinhos finos.
Sempre que vemos uma nova – normalmente na volta de algum passeio ou dia cansativo de trabalho –, fazemos de tudo pra voltar um dia e provar das delícias do lugar.

Fachada da padaria Villa Petra - foto: http://www.villapetra.com.br

Uma das nossas preferidas é a Villa Petra, padaria 24 horas (olhaí que coisa boa!!), na Vila Leopoldina, ao lado do hipermercado Extra Anhanguera. O ambiente é bem decorado, iluminado, amplo, com um quê lusitano nos azulejos azuis do balcão e com sofás confortáveis em algumas mesas ao lado das grandes janelas envidraçadas. A qualquer hora do dia ou noite que chegarmos, temos montes de opções no cardápio, como os tradicionais pão na chapa (hummm… adoro o australiano deles), cappuccino, bolos, sandubas, etc.
A padaria é relativamente nova, creio que abriu suas portas o ano passado, mas já fomos diversas vezes ao voltar de nossos passeios, por ser de fácil acesso (foi-se o tempo que tomava meu café nos cafeterias miudinhas do Extra) e próxima de casa.

E qual não foi minha surpresa ao achar num site de compras coletivas um cupom para desconto no buffet de sopas dessa padaria?! Comprei na hora e fomos, eu e maridão, degustar ontem à noite, já que o inverno parece dar seus últimos suspiros…
Fomos com muita gana, pensando nas dezenas de tipos de pãezinhos, sabores diversos de sopas, saladas e frios para acompanhar. Mas  nos frustramos ao chegar à mesa do buffet: somente 4 tipos de sopa, algumas folhas verdes e legumes para salada e poucos pãezinhos. Nada do que tínhamos imaginado (uma mesa como as que vimos em outras padarias visitadas em nosso inverno regado a sopas, inclusive uma próxima de casa, na “periferia” – leia-se Freguesia do Ó  – que será motivo pra outro post)… ficou a vontade de quero mais.
O mais estranho era uma panela com salsicha com molho de tomate e outra com purê, pro pessoal fazer cachorro-quente (!). Mas cachorro-quente com sopa???? Combina??
Tinha gente comendo essa mistura inusitada no salão…

Apesar disso, as poucas sopas disponíveis estavam deliciosas e quentinhas, e comemos um pouco de cada: caldo de feijão de corda, caldo verde, canja e creme de quatro queijos.
E vale a pena frequentar a padaria pelas suas outras delícias.

Fica a dica pro pessoal da Villa Petra: mais variedade, por favor!!! Aí, sim, o buffet de vocês vai bombar!!!

Balcão e vitrine de pães - foto: http://www.villapetra.com.br

Villa Petra
http://www.villapetra.com.br/
R. Belchior de Azevedo, 231 – Vila Leopoldina
(11) 3642-1047 / (11) 3642-1028
24 horas

Desabafo e o que “acontece no meu coração…”

Quem me dera poder atualizar esse blog com a frequência que gostaria, com a rapidez como os fatos acontecem…
Nesse mundo moderno, onde o ritmo da vida não se consegue mais medir nem em segundos, e com o qual já acostumamos, só me dou conta de como tenho pouco tempo livre quando o único momento que tenho para colocar minha leitura em dia é quanto pego ônibus no ponto final (onde ainda dá pra conseguir um assento e ler com relativo equilíbrio) ou quando vou ao banheiro (herança de família esse gosto por ler no banheiro – o que me lembra, aliás, que preciso urgente de um novo revisteiro [o meu se acidentou depois que pisamos sem querer nele]). E a última leitura que consegui terminar, das pilhas que me esperam ansiosamente no estúdio lá em casa, foi um pequeno livro pro curso de inglês, A Tale of Two Cities, de Charles Dickens (que amei!), o que me leva a crer que só consegui terminar por ser uma leitura obrigatória…

Enquanto espero meu computador ligar, às 8h15 dessa fria manhã (4 ºC em Sampa City, abaixo de zero em alguns municípios do estado), eu escrevi esse texto numa agenda velha. [A propósito, como nossa mão fica destreinada e nossa caligrafia horrível com o desuso, não? Agora só digitamos no computador tudo que precisamos escrever e vamos nos esquecendo como é segurar um lápis e deitar palavras no papel… Minha letra está uma calamidade! E eu sempre que posso escrevo à mão, faço minhas compositions no curso de inglês sem digitar, pra treinar a mão mesmo. Fico pensando se ainda usam cadernos de caligrafia nas escolas (alguém por favor diga que sim?!)].

Bom, enfim, sobre o tempo, né?!
Passo um tempão sem conseguir colocar um mini-post que seja no blog e isso me frustra demais… e não é por falta de assunto.
Esse ano mesmo, intercalados com os fins de semana que fui visitar minha mãe na chácara, muita coisa rolou… novos restaurantes e padarias (Adoro!) degustados, pessoas novas que cativaram minha amizade, pedais aos domingos com um show de turma de amigos (sempre acontecem, mas eu só consegui ir em um até hoje, afinal, tenho de alugar a bike…)…

No meu aniversário em fevereiro ganhei um mini day-spa do maridão (thanks, compra coletiva!), que só consegui “degustar” mais de um mês depois, e um jantar num bistrozinho charme na zona norte (contei no post anterior), onde só conseguimos jantar em maio (!! vejam aí a falta de tempo).

Em março fizemos uma pequena travessia entre Juquehy e Boraceia, em São Sebastião (SP), com a turma trilheira do Vamos Lá! para aproveitar o calor nas praias.
Abril foi a vez de eu agitar uma trilha do É NÓIS NA TRILHA!, e dessa vez fomos para a Trilha da Cachoeira do Perequê, um oásis no meio da fumaceira de Cubatão. Tudo assunto pra outros posts mais elaborados, hein?!

Parque do Perequê (Cubatão) e São Sebastião (Foto: Walter Tolomei).

Em maio conseguimos convencer minha mãe a fazer uma viagenzinha para comemorar o níver dela. Fomos passar um fim de semana em Santo Antonio do Pinhal, cidade vizinha de Campos do Jordão, na porção paulista da Serra da Mantiqueira, e vimos dois dos pores do sol mais lindos que já vi na vida. A mãe curtiu demais e foi a primeira vez que ela dormiu numa pousada.

Jardins do Museu Felícia Lerner (Campos do Jordão).

Por do sol em Campos do Jordão.

Na comemoração do nosso 5o aniversário de casamento, eu e Aroldo decidimos viajar para Passa Quatro, a primeira cidade mineira na Serra da Mantiqueira, aproveitando o clima de inverno instalado.

Passa Quatro (MG). Foto: Andre de Villiers (http://passa4.info/)

Passa Quatro é destino já consagrado na nossa família, onde íamos pescar trutas com meu pai quando a Fazenda Hortênsia, nos altos da Mantiqueira, ainda era um pesque-pague (hoje criam trutas para redes de mercados). A cidade mudou muito desde então, hoje há uma gama enorme de pousadas e até alguns cafés ajeitadinhos para os paladares paulistanos acostumados a um cappuccino no cair da tarde. Muitas das construções históricas foram restauradas e coloridas, os turistas agora não são pescadores ou a terceira idade procurando as fontes de águas minerais, mas sim aventureiros, montanhistas que percorrem a Serra Fina e suas montanhas, e os casais em busca de uma noite ao pé da lareira. A estação de trem de Passa Quatro, sucateada nos idos dos anos 90, está em funcionamento com um passeio turístico curto, mas muito gostoso, numa maria-fumaça de 1925.
Mas isso é assunto para outro post, não é mesmo?! [E prometo que colocarei as minhas próprias fotos.]

Esse aqui foi mais um desabafo… ;D

Bistrô na zona norte

Ontem fui convidada pelo maridão para jantar num lugarzinho especial, um bistrozinho delícia distante do burburinho do eixo Higienópolis-Perdizes-Cerqueira César-Madalena (que é nosso costumeiro garimpo de restaurantes gostosinhos).

O Diversità Bistrô já impressiona por estar numa área pouco comum para restaurantes, a Av. Água Fria, repleta dos mais variados comércios, pertinho do frescor da Cantareira. É um sobrado meio escondidinho (tanto passamos despercebidos por ele e tivemos de voltar depois), onde somos recebidos pelo murmúrio de uma fonte logo na entrada e pelas flores que enfeitam as mesas que ficam ao ar livre. O maître, cheio de gentilezas, nos acomodou no segundo andar charmosíssimo, logo na janela, numa mesa pequena.

Diversità Bistrô, um achado na zona norte. Maridão curtindo o ambiente.

Tínhamos um voucher de desconto (alô, compra coletiva!), então aproveitamos para provar os pratos mais caros do cardápio, com ingredientes inusitados e exóticos, resultando numa mistura saborosa e perfumada. Pedimos de entrada uma saladinha delícia: um cesto feito com folhas verdes e radichio, maçãs verdes, queijo brie, nozes carameladas e vinagrete de framboesa. Dos deuses!!

De prato principal, maridão preferiu o carré de cordeiro ao vinho, com legumes da época e batata rústica assada. Eu fui de medalhões de robalo na farinha de camarão e ervas, acompanhado de ravioli artesanal de brie com molho de manga. Exótico e delicioso!!
Claro que ficamos provando um do prato do outro, por isso já combinamos de antemão pedir pratos diferentes. Mas dá vontade de provar tudo do cardápio!

Pratos e sobremesa: salada, robalo, sobremesa, carré.

 

Para fechar, escolhemos como sobremesa o sorvete artesanal de especiarias (que tem até pimenta na composição) acompanhado de compota de caqui, realmente divino!
Vontade de quero mais deu, mas já estávamos satisfeitíssimos!!

Saímos prometendo voltar para provar os outros pratos. Então fica a dica. Esse bistrô realmente vale a pena!
Além dos pratos deliciosos, também vendem cerâmicas de muito bom gosto e outros utensílios gourmet finos. Chiquéééérrimo!!

Diversità Bistrô
http://www.diversitabistro.com.br/
Av. Água Fria, 1361 – Água Fria
(11) 2737-4009 / (11) 2737-4010
Pratos de R$ 16 a R$ 58
(também tem pratos lactovegetarianos)😉

Desculpas…

Aos costumeiros leitores do blog e alguns viajantes ocasionais que passam por essas paragens, minhas sinceras desculpas.

Estive ausente do blog por muitos motivos, mas o principal deles foi uma grande perda, a de meu pai, que sempre me inspirou em muitas coisas que eu já fiz, faço e continuarei fazendo.
Passar por toda essa vivência do luto, pela tristeza, pela aceitação não é tarefa fácil para ninguém e eu aprendi isso na marra, como muitos têm de aprender. Antes da hora, a meu ver, mas o que havemos de fazer?
Só nos resta erguer a face e seguir em frente, procurando sempre nosso melhor…

Depois de tudo isso, me ressinto por deixar esse cantinho querido aqui tão largado. Mas o blog não ficará às moscas, em breve voltarei para contar o restante da viagem (loooonga) até a Chapada Diamantina.
Enquanto isso, todos nós podemos parar por alguns minutos e pensar em quão fugidia é a vida.
Então vivamos!! Sem medos…

Chapada Diamantina 3

21/09/2010 – terça
3o Trecho – Vitória (ES) – Itaúnas (ES)

Km rodados no dia – 274 km
Km total – 1.256 km

Nada de amanhecer um solzinho em Vitória pra aproveitarmos uma praia pela primeira vez na viagem. Aproveitamos, então, a manhã nublada para conhecer o Convento Nsa. Sra. da Penha (em Vila Velha, ES). Tem muitas atrações históricas entre Vitória e Vila Velha. O centro histórico de Vitória mesmo tem muitos edifícios, igrejas, museus a se conhecer.

Atravessamos duas vezes mais a 3ª Ponte que liga Vitória a Vila Velha e essa ponte em si já é uma atração, possibilitando uma vista linda do canal que separa as duas cidades (a cada vez paga-se o pedágio de R$ 1,60 pra atravessar a ponte, ida e volta). O convento foi construído em 1568 e do alto dos 154 metros do morro que o abriga têm-se uma vista de quase 360º de Vitória e Vila Velha. Fizemos muitas fotos no lugar (o que vai dificultar a seleção depois, pois cada canto que olhávamos tinha motivo pra uma fotografia).

Convento da Penha e a vista para o lado de Vila Velha

Vista de Vitória e a 3ª Ponte a partir do Convento da Penha

Depois, com o tempo ainda fechado sobre a cidade, descemos até a praia da Curva da Jurema, famoso pedaço de praia onde há vários quiosques que devem bombar aos fins de semana com o tempo bom, jardins, bolsão de estacionamento e um centro de informações turísticas. Como não ia dar tempo de conhecer o centro histórico (Cidade Alta) de Vitória até a diária do hotel vencer (às 12h00), fizemos um pequeno passeio pela Curva da Jurema e Praia do Canto, com seus jardins bem cuidados e áreas de lazer com equipamentos de ginástica novinhos e brinquedos coloridos pras crianças.

Depois voltamos ao hotel e fizemos nosso check-out, pusemos todas as tralhas de volta ao carro e fomos procurar um lugar para almoçar. Comemos num quilo muito bom, o Palladium, na Praia do Canto (R$ 35,50 com bebida e café) e fomos de carro dar uma volta no centro histórico para pelo menos conhecer alguma coisa por lá antes de partir.

O centro tem realmente muitas construções históricas e o ideal seria estacionarmos o carro e fazer um percurso a pé para conhecer boa parte delas (há um percurso sugerido no site de Vitória e também nos mapas turísticos que pegamos no PIT ontem). Mas com o tempo ruim e com todas as coisas no carro, tivemos que apelar pra um rápido city tour. Fizemos algumas fotos toscas e rápidas do Palácio Anchieta, Catedral Metropolitana e outras construções, mas uma coisa é certa: quero voltar com mais tempo pra explorar o centro, os parques de Vitória e curtir as praias com tempo bom. E ainda fiquei sabendo que o hotel que ficamos faz diárias pela metade do preço aos fins de semana, afinal, Vitória é uma cidade de turismo de negócios, como São Paulo. Mas tem muitas belezas naturais também (que quero explorar numa próxima visita).
Uma coisa que nos impressionou desde o começo da viagem foi o montão de outdoors espalhados por aí, com os quais já estamos desacostumados depois da Lei Cidade Limpa em São Paulo.

Abastecemos o carro (no posto mais caro da viagem: R$ 1,99 o litro do álcool!!) e pegamos a estrada às 13h30 debaixo de chuva, rumo a Itaúnas, nossa última parada no Espírito Santo. Tudo muito rápido, né?!
A BR-101 estava novamente movimentada com muitos caminhões e poucos trechos de ultrapassagem, mas com asfalto bom, sem buracos nem deformidades. Depois dela, acessamos a ES-421 (depois de passar pela cidade de São Mateus) em direção à Conceição da Barra, onde abastecemos mais uma vez o carro na cidade (ainda com meio tanque) e retornamos um pouco na rodovia pegando o desvio pela ES-118 + ES-101 para Itaúnas em estradas de terra bem batida e com várias poças de lama. O tempo já dava mostras que ia mudar e ficamos contentes quando conseguimos divisar uma bela lua-cheia na paisagem. Chegamos em Itaúnas às 18h00, com tudo já escuro e fomos escolher uma pousada entre as ruazinhas de terra. O bom foi que eu havia impresso um mapa de um site com a localização das pousadas e assim nos encontramos melhor no escuro da pequena vila rústica. Àquela hora parecia uma cidade fantasma, de tão vazia.

A pousada escolhida foi a Zimbauê, muito charmosa, com fachada colorida, quarto amplo com TV e frigobar e até bicicletas pra uso dos hóspedes, numa diária de R$ 70 (até agora nosso melhor custo-benefício). Saímos a pé para jantar, pois na vila tudo é perto, e um quarteirão depois escolhemos o restaurante Lobo do Mar, que além de peixes e carnes também serve pizzas. Mas já comecei a pensar que seria impossível realizar o meu desejo de comer uma moqueca capixaba na fonte, pois a mais barata custava a “bagatela” de R$ 50!!! Resolvemos pedir 2 pratos prontos de peixe (PF), que custavam R$ 17 cada, mas quando vieram os pratos levamos um susto de tanta comida!! Feijão, arroz, 3 postas de cação frito, salada e batata frita num pratão “de pedreiro” (pra cada um!). Rsrs… estava tão gostoso que comemos tudo e tivemos que ficar um tempão sentados fazendo digestão antes de dormir.

Mas amanhã as dunas nos aguardam, e vamos queimar todas essas calorias!!

Nota do hotel: 8 | Nota do café: 8
Nota do almoço: 7 | Nota do jantar: 8

Pousada Zimbauê – Itaúnas (ES)

– Infos –

VITÓRIA
http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php

O turismo de negócios é grande fatia do mercado, o que faz encarecer as diárias nos hotéis durante a semana, mas tem muita coisa legal pra se conhecer vitória a lazer (e nos fins de semana o valor das diárias cai quase pela metade!). Suas praias são charmosas, as águas são claras, há o turismo gastronômico, o histórico e também o ecológico, com alguns parques que povoam a região metropolitana. Ficamos com vontade de voltar pra conhecer melhor todas as belezas capixabas, inclusive das cidades vizinhas à Vitória.

As atrações históricas da cidade reúnem-se principalmente na Cidade Alta, que é o centro histórico (e também comercial) de Vitória. Fundada em 1551, a cidade ainda mantém muitas construções da época e o legal é conhecer tudo isso num tour a pé, pois todas elas ficam próximas umas das outras. Dá pra conhecer o Palácio Anchieta (1551, sede do governo estadual), a Catedral Metropolitana (1920, estilo neogótico), várias ruas com casario colonial e até com calçamento original feito de peras e óleo de baleia, várias escadarias históricas que ligavam a parte baixa da cidade à parte alta, o Convento de S. Francisco (1591), Teatro Carlos Gomes (inspirado no Scala de Milão), etc. Navegando pelo site da prefeitura, descobri que há um programa de visitas guiadas gratuitas por algumas das atrações do centro histórico, então dá pra aproveitar bem a “aula de história” com os monitores e fazer muitas fotos.

Quem gosta de caminhadas na natureza tem como opções o Parque Estadual da Fonte Grande, vários parques onde estão a Pedra da Cebola e a Pedra do Penedo, etc.
Vitória também faz parte do trajeto do caminho “Passos de Anchieta”, caminho de 100 km percorrido pelo padre José de Anchieta entre as cidades de Anchieta e Vitória, podendo ser feito em quatro dias.
Além disso, as praias de Vitória são bem acolhedoras e há vários passeios de escuna pelas baías e ilhas.
Mas dá pra ver tudo isso no site da prefeitura.

Veja também:
Chapada Diamantina 1
Chapada Diamantina 2

Chapada Diamantina 2

20/09/2010 – segunda
2o Trecho – Campos dos Goytacazes (RJ) – Vitória (ES)

Km rodados – 265 km
Km total – 982 km

Mal tomamos o café da manhã, já arrumamos as tralhas de volta no carro e partimos de nosso primeiro hotel. Saímos de Campos às 10h00 e rumamos pela BR-101 em direção à Vitória, cercados por muito verde, altas pedras e tempo nublado. Depois de Iconha, já no Espírito Santo, decidimos desviar o caminho indicado pelo GPS pela Rodovia do Sol (ES-060), passando pela faixa litorânea do ES, Piúma, Anchieta, Guarapari, Vila Velha e finalmente Vitória. Nos perdemos um pouco em Piúma, porque a sinalização não é lá essas coisas e o GPS pirou nas ruas, achando que tínhamos tomado o caminho errado.

Conseguimos aproveitar pouco a paisagem litorânea, mal vendo o verde do mar por conta do tempo ruim. Encontramos mais pedágios na ES-060 depois de sair de Guarapari, mas nessa altura a estrada é duplicada e muito boa, dando acesso a várias praias até Vila Velha.

Praia do Além, Anchieta (ES)

Como o tempo não permitia que andássemos na praia ou procurássemos a pé algum restaurante, decidimos almoçar no shopping Praia da Costa (Vila Velha), no restaurante a quilo Moi (R$ 32), que tinha comida bem gostosa e variada. Logo depois do almoço, atravessamos a Terceira Ponte, que liga Vila Velha à Vitória e tem um pedágio pago tanto na ida quanto na volta (R$ 1,60). Nossa reserva já estava garantida no ótimo Comfort Vitória Praia, da rede Atlântica Hotels, com um quarto com mil firulices, TV LCD e montes de canais, ar digital, ducha a gás, mimos de banheiro, cama queen de molas, acesso a internet, café da manhã legal. E tudo por conta dos pontos do Dotz, não pagamos nadinha pela noite, que nos custaria R$ 239!

Só fizemos o check-in, levamos todas as malas do carro pro quarto, e saímos para passear já eram 17h00, pois o Aroldo teve que responder e-mails de trabalho. Com o tempo feio e a chuva, só conseguimos visitar rapidamente a Ilha do Boi, com pequenas praias em meio a mansões e onde fica também o chiquérrimo hotel do Senac, e depois de lá fomos até a Curva da Jurema, buscar um posto de informações turísticas para pegar alguns folhetos. Eu adoro folhetos com mapas das atrações! Resolvemos visitar o centro histórico no dia seguinte, já que àquela hora tudo estava fechado.

Praia da Ilha do Boi, em meio a mansões

Mais chuva e não dava nem pra caminharmos na orla, então decidimos tomar nosso costumeiro cappuccino da tarde (R$ 7 na Cafeteria Número Um) e ir ao cinema no Shopping Vitória, programa bem de paulista. Assistimos “A Origem” finalmente e jantamos lá no shopping mesmo, no Spoleto (R$ 38). Aproveitamos também para pegar algum dinheiro pro restante da viagem, pois daqui pra frente não encontraríamos mais tantos caixas eletrônicos (resolvemos nos precaver).
Voltamos pro hotel pra aproveitar a única noite de luxo que provavelmente teríamos na viagem… rsrs
Dia seguinte, depois de conhecermos um pouco mais de Vitória, partiríamos depois do almoço com destino a Itaúnas (ES).

Nota do hotel: 9 | Nota do café: 6
Nota do almoço: 7 | Nota do jantar: 6

Hotel Comfort Vitória Praia – Vitória (ES)

Veja também:
Chapada Diamantina 1
Chapada Diamantina 3


Aquariana de fevereiro de 1975. Ilustradora e designer gráfica. Fotógrafa amadora nas horas vagas. Amante dos animaizinhos e do turismo ecológico. Freqüentadora de teatros, cinemas, baladas, etc, etc. Como diria minha irmã, "uma quase especialista em um zilhão de coisas". O espírito inquieto não combina com a inércia. O mote é conhecer lugares novos, provar novos sabores, falar com gente interessante, ter novas experiências e compartilhar aqui. Conhecimento é o exercício permanente de provar novas coisas.

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