Aventura > Parque Estadual Intervales

Quando?
21/maio/2009
Onde?
Parque Estadual de Intervales – Ribeirão Grande, SP

 Sempre tive vontade de conhecer o Parque Estadual Intervales, desde quando comecei a fuçar em sites de trekking e aventuras na Internet. Mas faltava montar um grupinho legal pra ir.
Depois que começamos a organizar as trilhas do É NÓIS NA TRILHA!, ficou na minha lista de lugares onde TÍNHAMOS de conhecer.
Junto com o Paulo, do também trilheiro grupo Vamos Lá!, ficou bem mais fácil organizar como seria esse fim de semana de trilhas com uma galera pelos caminhos do Intervales.

Mais de um mês antes, ligamos na administração do parque para os agendamentos, pois já havíamos sido informados que era uma espera de 2 meses pra se conseguir vaga.
E isso porque queríamos ficar hospedados dentro do parque mesmo, em uma das várias opções de alojamentos que eles tem (já falo mais sobre isso).
Bom, tudo agendado, e-mail disparado para convidar o grupo, tudo correndo como planejado, um dia fui informada pelo parque que não poderíamos fazer a trilha mais longa e famosa, a Trilha do Divisor das Águas, com nosso grupo porque o limite na trilha era de 20 pessoas e nosso grupo tinha 26. Chorando daqui e de lá, permitiram que fizéssemos a trilha em dois grupos, cada um andando em sentidos opostos, para minimizar o impacto.
Ok, aceitamos!!

Numa sexta-feira à noite nos encontramos perto do Terminal Barra Funda do Metrô, no meio da fuzarca dos alunos da Uninove (tínhamos esquecido esse detalhe) e embarcamos no micro-ônibus que chegou com mais de 1 hora de atraso. Fomos só em 23 passageiros, pois na última hora algumas pessoas cancelaram.
Finalmente estávamos a caminho de Intervales!! Meu sonho iria se realizar!!! (Rsrsrs… Falando assim parece babaquice, mas quando tenho conhecimento de um lugar legal, quero logo levar uma galera pra conhecer e compartilhar com eles as belezas descobertas.)

Bom, nossa viagem transcorreu tranquila, tirando o fato de o ônibus atrasar no transito caótico de São Paulo e nos perdermos várias vezes no caminho… demoramos mais de 5 horas pra percorrer os pouco mais de 280 km que separam São Paulo do município de Ribeirão Grande, onde está a portaria do parque. Pegamos estradas erradas, fomos num nheque-nheque por uma estrada de terra, paramos pra alguns usarem o matinho e chegamos ao parque às 4h30 da manhã. Uma aventura. rsrs
Tínhamos de estar em pé e bem dispostos às 7h para iniciar nossa primeira caminhada, então todo mundo correu pras camas da Pousada Pica-Pau, o alojamento mais legal do parque e que fizemos questão que fosse reservado todo pra nós. Foi um perereco pra dividir as pessoas nos quartos, mas no fim deu tudo certo e tiramos um cochilo até as 7h do sábado.
A gripe já queria me pegar, mas não era ela que me impediria de trilhar os 14 quilômetros da Trilha do Divisor das Águas!! ;-D

Pousada Pica-Pau, a mais legal do parque. Turma reunida pra começar a trilha. Lago Antigo na Trilha do Divisor das Águas.

O dia amanheceu ensolarado e frio no sábado… ninguém ia ter coragem de dar um tchibum na piscina antes do café da manhã. Fomos todos ao refeitório do parque e lá nos enchemos de café, pão, bolo, frutas e coragem pros quilômetros que nos esperavam.
Pegamos nossa parafernália e lanches, preenchemos os papéis de “ciente dos riscos, blá, blá, blá” na administração do parque e fomos apresentados aos nossos guias, que seriam os anjos da guarda do nosso grupo. Nos dividimos em 2 grupos menores, que percorreriam a mesma trilha em sentidos contrários. O Sr. Eliseu, guia mais experiente e requisitado do parque, seguiu com o nosso grupo e o sol foi esquentando nossos ânimos.
Essa é uma das trilhas que faz parte do projeto Trilhas de São Paulo, programa criado pela Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo para incentivar o ecoturismo e a consciência ambiental em unidades de conservação ambiental no estado. As trilhas estão listadas em um passaporte que pode ser comprado por R$ 5,00 em qualquer unidade de conservação constante no programa. E recebemos um carimbo por cada trilha percorrida, como num passaporte de viagem. Todos do grupo compraram seus passaportes, pois poderíamos fazer duas trilhas do Parque de Intervales que fazem parte do livreto. (Mais informações no fim desse post.)

Passaporte em mãos, alongados, devidamente munidos de nossos lanches, lanternas e capacetes para proteção dentro das cavernas, fomos para a trilha.
Passamos primeiro pela Piscina de Pedra, onde uma ducha de água natural refresca as pessoas (não era nosso caso, já que estava bem frio… rsrs), depois pelo Lago Antigo e então nosso grupo se dividiu, uma parte seguindo por uma trilha à esquerda (do fim para o começo) e outra parte (eu nessa turma), seguindo pela trilha maior.

Nosso guia, o sr. Eliseu. Trilha do Divisor das Águas.

Jardim de amarílis e entrada da Gruta do Fendão.

No caminho na trilha mais aberta, passamos por belos jardins naturais de amarílis vermelhas e por uma mata exuberante, adentrando numa trilha lateral mais fechada e estreita, até uma pequena clareira onde paramos para nos arrumar para a parte “molhada” da trilha. Ééééé… quem achou que iríamos sair impunes dessa se enganou. Deixamos as mochilas, os lanches e outras coisas supérfluas, amarramos bem os calçados e descemos cheios de coragem para nossa primeira aventura: o percurso dentro da Gruta do Fendão. Logo na boca da gruta a gente se surpreende com a descomunal arquitetura da natureza, uma grande fenda em diagonal na rocha e nossa entrada para o mundo debaixo da terra e a gruta segue em quase toda sua extensão dessa forma, numa grande fenda diagonal. Depois de uma descida íngreme, acendemos nossas lanternas e nos embrenhamos no escuro da gruta. Vários espeleotemas (como são chamadas as formações dentro das cavernas, como estalactites, estalagmites, cortinas, etc.) nos maravilharam ao longo dos 1.120 metros que andamos no escuro, com metade do corpo submerso na água super gelada do Rio da Bocaina que segue ao longo da gruta. Nos esprememos em pequenos espaços, em alguns passamos quase agachados dentro d’água, fizemos muitas fotos, demos muita risada e no final fomos premiados com uma queda d’água que enfeita ainda mais a caverna. Uma verdadeira aventura só para quem não tem clautrofobia ou nictofobia (mais conhecida como medo do escuro). E minha gripe a toda… rsrs

Dentro da Gruta do Fendão, um mundo à parte. (Lugares por onde até EU não consigo passar... rsrs)

No fim do percurso, uma corda nos ajudou a sair do escuro para o “mundo do verde”, como o pessoal ficou brincando. Voltamos ao ponto onde tínhamos deixado as mochilas e partimos para a Gruta da Mãozinha, outra em nosso percurso, com uma pequena extensão (62 m) e com o chão de lama que parecia aderir aos nossos pés. No fundo da gruta, uma formação curiosa (a única dentro dessa gruta) lembra uma mão saindo do teto.
Próximo à saída da gruta, uma imensa Figueira Amarela nos recepciona. Pesquisadores da USP calcularam que ela tem mais de 500 anos… e dá pra acreditar, de tão grande que é a árvore. Parada para fotos e um pequeno descanso e novamente pé na trilha para chegar à nossa penúltima caverna do dia: a Gruta da Santa. Nessa parte da trilha encontramos com a outra parte do nosso grupo, que vinha fazendo o percurso contrário e já deixamos eles preparados para o que iriam enfrentar na Gruta do Fendão.
Ao final de uma trilha bem demarcada e recentemente limpa, a Gruta da Santa é seca e pequena, com 90 m, mas tem belas bacias de travertino e paredes de calcita, que brilham à luz das lanternas. A gruta recebeu seu nome graças a uma imagem de Nsa. Sra. de Lourdes que foi colocada logo em sua entrada.

Figueira Amarela centenária. Gruta da Santa. Salão da Gruta do Fogo.

Rumamos então para a última gruta que visitaríamos, a Gruta do Fogo, subindo uma trilhinha íngreme (já estávamos em nossas últimas forças). A entrada da gruta é bem ampla e com alguns degraus escavados no piso, para descermos. Com uma extensão de 130 m, é cortada por um pequeno rio que atravessamos para chegar num salão mais ao fundo. Lá pudemos ver o “chão estrela”, as calcitas brilhantes incrustadas na rocha, e vários morceguinhos, que brincamos seria o nosso jantar no dia, o “galetinho das cavernas”. Rsrs
Voltamos aos alojamentos do parque com o dia já escurecendo, enlameados, cansados, com frio, mas de alma lavada e com muitas e belas lembranças.

Aí foi tomar um banho gostoso, lavar os tênis numa torneira da varanda, nos aquecer na frente da lareira da Pousada Pica-Pau (onde ficaram os tênis secando pro dia seguinte) e correr pra aproveitar o jantar quentinho que o pessoal do refeitório tinha feito pro nosso grupo. O parque estava com todos os alojamentos ocupados e pudemos ver isso no salão do refeitório, apinhado de gente. A comida gostosa nos aqueceu o espírito, canja de galinha, carnes, saladas, huuummmm. Tudibom!!
E depois a Neusa, nossa amiga e cicerone no parque (pois ela já conhecia o pessoal de lá), agitou pra fazermos um quentão e a noite terminou com chave de ouro.
Todo mundo pro alojamento pra descansar. Domingo tinha mais pernada.
(Nota: só eu que não dormi… a gripe me pegou de jeito e passei a noite em claro fungando. Mas ela não me deteria no dia seguinte!! buahahaha)

Um domingo de céu nublado nos recebeu. Todo mundo agasalhado, com gorros, cachecol e outros apetrechos, resolvemos fazer a Trilha do Mirante da Anta (aprox. 4,2 Km), que também faz parte do passaporte Trilhas de São Paulo. Encontramos com os monitores do parque novamente na administração e, partindo do viveiro de mudas do parque, subimos um morro que intercala vários tipos de vegetação, como árvores baixas, bromélias e vegetação de altitude, serpenteando pela serra até alcançarmos o cume, de onde pudemos ter uma visão completa do parque. Uma panorâmica muito linda mesmo.
Ao descer essa trilha, tomamos outro caminho numa das várias bifurcações, seguindo pela Trilha da Caçadinha (aprox. 4 km), até alcançarmos a Cachoeira do Mirante. Essa parte do passeio foi uma verdadeira aventura, pois como estávamos em um grupo grande onde cada um tinha seu ritmo e também uns 3 monitores para nos acompanhar (e eu estava com gripe, já mencionei isso, né?!), acabamos dividindo o grupo sem querer. Uma parte do grupo seguiu pela trilha mais curta e outra parte seguiu pela da Caçadinha, que era bem mais longa, com terreno complicado em declive e vários obstáculos. Eu fazia parte do grupo que foi pelo caminho mais difícil, mas tivemos um prêmio: pudemos ver uma maravilhosa revoada de borboletas amarelas no meio da mata. Coisa impressionante!! Nunca tinha visto tantas borboletas assim… se fizéssemos silêncio, dava pra ouvir o farfalhar das suas asas.

Todos se aquecendo na lareira e Trilha do Mirante da Anta.

Depois de ficar bobos com as borboletas, chegamos à Cachoeira do Mirante, belo véu branco no meio do verde dominante da paisagem. Com aproximadamente 20 m, a cachoeira impressiona e convidou vários amigos para o banho (eu, gripada, não fui…).
Mas como já estávamos atrasados em nosso cronograma, aceleramos a pernada pra não perder o almoço, que nos esperava no refeitório.
Carimbamos nossos passaportes e fizemos até pose na administração do parque. Nos limpamos e fomos almoçar, pra depois nos despedir de mais um lugar maravilhoso.

Cachoeira do Mirante. Turma reunida com os passaportes carimbados.

O parque tem muito mais trilhas e atrações que não dá pra ver só num fim de semana. É pra se voltar muitas e muitas vezes. Por isso, já estou planejando a volta. Quem sabe em 2010… ;-)

Veja as fotos da trilha no meu álbum virtual.

Sobre o parque
O parque foi criado em 8 de junho de 1995 e integra a área da antiga Fazenda Intervales, sob administração da Fundação Florestal desde 1987. Tem área de aproximadamente 41.700 hectares, inserindo-se nos municípios de Ribeirão Grande, Guapiara, Sete Barras, Iporanga e Eldorado e limita-se com Capão Bonito.
É vizinho dos Parques Estaduais Carlos Botelho, Turístico do Alto Ribeira (Petar) e Caverna do Diabo, da Estação Ecológica Xitué e das Áreas de Proteção Ambiental da Serra do mar e Quilombos do Médio Ribeira, integrando o chamado “Contínuo Ecológico da Serra de Paranapiacaba”.
O nome do parque se deve ao fato de ele estar entre os vales do rio Ribeira de Iguape e Paranapanema, o que também dá o nome à Trilha do Divisor das Águas (a serra que divide as águas dos dois rios).
Possui imensa diversidade de fauna e flora, assim como um rico patrimônio espeleológico, com dezenas de cavernas calcáreas e seu relevo característico, o carste (tipo de relevo geológico caracterizado pela corrosão das rochas calcáreas, levando à formação de cavernas). O Parque protege as nascentes de diversos afluentes do rio Ribeira de Iguape e parte dos mananciais do rio Paranapanema.
Alguns dos outros atrativos:
- Cachoeira da Água Comprida
- Cachoeira Arcão
- Trilha do Cipó
- Trilha do Palmito
- Gruta do Minotauro
- Gruta Colorida
- Gruta da Jane Mansfield
- Gruta Luminosa
- Gruta dos Paiva (fora dos limites do parque, mas acessível por ele)
- Gruta do Tatu
- Gruta dos Meninos
- Castelo de Pedra

Sobre o Trilhas de São Paulo
http://www.trilhasdesaopaulo.sp.gov.br/
Iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo, o projeto foi criado a cerca de um ano, baseado em outros similares ao redor do mundo. Inicialmente, 19 Unidades de Conservação do Estado de São Paulo foram escolhidas e dentro delas 40 trilhas mapeadas em uma espécie de passaporte que apresenta as características de cada trilha, como chegar, atrações, etc. No passaporte, cada trilha possui uma área onde é aplicado um carimbo com a logomarca do programa aos que completarem o percurso. São mais de 200 km de trilhas mapeadas e já tem gente sugerindo e querendo a inclusão de outras trilhas num volume 2 do passaporte.
Ao custo de apenas R$ 5 você pode se iniciar no mundo das trilhas, pois o passaporte é dividido em 3 níveis de dificuldade: trilhas fáceis, médias e difíceis.
Além de divertido, é instrutivo, pois acende em nós uma consciência ambiental para um ecoturismo sustentável. Fora que promoveu a renovação de muitas áreas de proteção que andavam às moscas no Estado de São Paulo.
No passaporte podemos encontrar trilhas do Parque Estadual da Cantareira (logo aqui, dentro da cidade), dos Parques Estaduais da Ilha do Cardoso, Ilhabela e Serra do Mar, por exemplo.
O que você está esperando pra conseguir seu passaporte??

– Infos –

Parque Estadual Intervales
http://www.fflorestal.sp.gov.br/hotsites/hotsite/index.php?hotsite=09af34607a8f4d9334fb1f0ac3c291a7
Estrada Municipal km 25 – Ribeirão Grande, SP
Tels.: (15) 3542-1511 / 3542-1245
E-mail: pe.intervales@fflorestal.sp.gov.br
Ingresso: R$ 3 (entrada; para fazer as trilhas os valores são diferenciados e são fechados grupos limitados para cada uma delas)
Horário: 8h00 às 17h00
(Para quem está hospedado é das 8h00 às 21h00)
O parque é o paraíso para quem gosta de cavernas, trilhas, mata exuberante e cachoeiras. Além de toda riqueza natural, tem ótima estrutura para receber os visitantes, monitores treinados, loja, refeitório, quiosques para piquenique, lagos, piscina com água natural, trilhas autoguiadas, quadras de esporte, playground, churrasqueiras, loja de souvenirs.
Para se hospedar em algum dos alojamentos ou apenas fazer as trilhas é necessário agendar com antecedência de pelo menos 2 meses, pois a visitação do parque é controlada e muito concorrida.
Os guias do parque são super solícitos, gentis e bem informados.
Hospedagem: Há 4 pousadas dentro do parque (todas com roupa de cama e banho):
Pousada Pica-Pau: 23 leitos divididos em 7 apartamentos (com banheiro), possui piscina, sala com lareira, sala de jogos e pequena cozinha onde podem ser preparados lanches. Pernoite: R$ 35 por pessoa.
Pousada Onça Pintada: 43 leitos em 7 apartamentos (a maioria com beliches), possui centro de vivência com lareira, mesas e cadeiras. Pernoite: R$ 25 por pessoa.
Pousada Esquilo: 16 leitos em 6 quartos. Sala com lareira, cozinha e saleta com bancos. Pernoite: R$ 35 por pessoa.
Pousada Capivara: 20 leitos. Pernoite: R$ 20 por pessoa.
Como chegar:
Partindo de São Paulo, são cerca de 270 km até a sede do Parque.
O melhor acesso se dá pela Rodovia Castelo Branco (SP 280) até Tatuí, depois pela Rodovia SP127 até Capão Bonito e pela Rodovia SP 181 até Ribeirão Grande, onde são encontradas placas indicativas.
A partir daí, são 25 km de estrada de terra, bem conservada, até a entrada do Parque.

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5 Responses to “Aventura > Parque Estadual Intervales”


  1. 1 maria eduarda 17/11/2010 às 8:15 pm

    gosto muito do pica-pau eu acho ele muito legal bjssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss

  2. 2 Wagner 18/11/2010 às 12:08 pm

    Oi! Pesquisando no google acabei encontrando você em várias páginas (Picasa, É nóis na Trilha, aqui) rsrs
    Meu grupo vai fazer a Trilha do Divisor das Águas este Sábado!
    Gostei muito do seu blog, depois colocarei ele nos favoritos do nosso grupo.
    Abraços!

  3. 3 Fábio Benazzi 16/02/2012 às 7:28 pm

    Vou este fds de carnaval pra lá… estou a meses querendo conhecer, quero aproveitar toda a trilha… 4 dias de natureza. Adorei seu site.

  4. 4 Deny JOSE pereira 11/09/2013 às 1:40 pm

    Nunca fiz um passeio assim so de eu ler me deu uma vontade imensa de ir numa para da desta se tiver que convidar uma pessoa para participar quero gostei demais da forma que vc. descreveu este passeio, meu email denyautomoveis@gmail.com, me convida, que eu vou…


  1. 1 Aventura > Parque da Cantareira (SP) « (novo) Manual de Bolso Trackback em 20/01/2010 às 6:52 pm

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Aquariana de fevereiro de 1975. Ilustradora e designer gráfica. Fotógrafa amadora nas horas vagas. Amante dos animaizinhos e do turismo ecológico. Freqüentadora de teatros, cinemas, baladas, etc, etc. Como diria minha irmã, "uma quase especialista em um zilhão de coisas". O espírito inquieto não combina com a inércia. O mote é conhecer lugares novos, provar novos sabores, falar com gente interessante, ter novas experiências e compartilhar aqui. Conhecimento é o exercício permanente de provar novas coisas.

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