Desabafo e o que “acontece no meu coração…”

Quem me dera poder atualizar esse blog com a frequência que gostaria, com a rapidez como os fatos acontecem…
Nesse mundo moderno, onde o ritmo da vida não se consegue mais medir nem em segundos, e com o qual já acostumamos, só me dou conta de como tenho pouco tempo livre quando o único momento que tenho para colocar minha leitura em dia é quanto pego ônibus no ponto final (onde ainda dá pra conseguir um assento e ler com relativo equilíbrio) ou quando vou ao banheiro (herança de família esse gosto por ler no banheiro – o que me lembra, aliás, que preciso urgente de um novo revisteiro [o meu se acidentou depois que pisamos sem querer nele]). E a última leitura que consegui terminar, das pilhas que me esperam ansiosamente no estúdio lá em casa, foi um pequeno livro pro curso de inglês, A Tale of Two Cities, de Charles Dickens (que amei!), o que me leva a crer que só consegui terminar por ser uma leitura obrigatória…

Enquanto espero meu computador ligar, às 8h15 dessa fria manhã (4 ºC em Sampa City, abaixo de zero em alguns municípios do estado), eu escrevi esse texto numa agenda velha. [A propósito, como nossa mão fica destreinada e nossa caligrafia horrível com o desuso, não? Agora só digitamos no computador tudo que precisamos escrever e vamos nos esquecendo como é segurar um lápis e deitar palavras no papel… Minha letra está uma calamidade! E eu sempre que posso escrevo à mão, faço minhas compositions no curso de inglês sem digitar, pra treinar a mão mesmo. Fico pensando se ainda usam cadernos de caligrafia nas escolas (alguém por favor diga que sim?!)].

Bom, enfim, sobre o tempo, né?!
Passo um tempão sem conseguir colocar um mini-post que seja no blog e isso me frustra demais… e não é por falta de assunto.
Esse ano mesmo, intercalados com os fins de semana que fui visitar minha mãe na chácara, muita coisa rolou… novos restaurantes e padarias (Adoro!) degustados, pessoas novas que cativaram minha amizade, pedais aos domingos com um show de turma de amigos (sempre acontecem, mas eu só consegui ir em um até hoje, afinal, tenho de alugar a bike…)…

No meu aniversário em fevereiro ganhei um mini day-spa do maridão (thanks, compra coletiva!), que só consegui “degustar” mais de um mês depois, e um jantar num bistrozinho charme na zona norte (contei no post anterior), onde só conseguimos jantar em maio (!! vejam aí a falta de tempo).

Em março fizemos uma pequena travessia entre Juquehy e Boraceia, em São Sebastião (SP), com a turma trilheira do Vamos Lá! para aproveitar o calor nas praias.
Abril foi a vez de eu agitar uma trilha do É NÓIS NA TRILHA!, e dessa vez fomos para a Trilha da Cachoeira do Perequê, um oásis no meio da fumaceira de Cubatão. Tudo assunto pra outros posts mais elaborados, hein?!

Parque do Perequê (Cubatão) e São Sebastião (Foto: Walter Tolomei).

Em maio conseguimos convencer minha mãe a fazer uma viagenzinha para comemorar o níver dela. Fomos passar um fim de semana em Santo Antonio do Pinhal, cidade vizinha de Campos do Jordão, na porção paulista da Serra da Mantiqueira, e vimos dois dos pores do sol mais lindos que já vi na vida. A mãe curtiu demais e foi a primeira vez que ela dormiu numa pousada.

Jardins do Museu Felícia Lerner (Campos do Jordão).

Por do sol em Campos do Jordão.

Na comemoração do nosso 5o aniversário de casamento, eu e Aroldo decidimos viajar para Passa Quatro, a primeira cidade mineira na Serra da Mantiqueira, aproveitando o clima de inverno instalado.

Passa Quatro (MG). Foto: Andre de Villiers (http://passa4.info/)

Passa Quatro é destino já consagrado na nossa família, onde íamos pescar trutas com meu pai quando a Fazenda Hortênsia, nos altos da Mantiqueira, ainda era um pesque-pague (hoje criam trutas para redes de mercados). A cidade mudou muito desde então, hoje há uma gama enorme de pousadas e até alguns cafés ajeitadinhos para os paladares paulistanos acostumados a um cappuccino no cair da tarde. Muitas das construções históricas foram restauradas e coloridas, os turistas agora não são pescadores ou a terceira idade procurando as fontes de águas minerais, mas sim aventureiros, montanhistas que percorrem a Serra Fina e suas montanhas, e os casais em busca de uma noite ao pé da lareira. A estação de trem de Passa Quatro, sucateada nos idos dos anos 90, está em funcionamento com um passeio turístico curto, mas muito gostoso, numa maria-fumaça de 1925.
Mas isso é assunto para outro post, não é mesmo?! [E prometo que colocarei as minhas próprias fotos.]

Esse aqui foi mais um desabafo… ;D

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Aquariana de fevereiro de 1975. Ilustradora e designer gráfica. Fotógrafa amadora nas horas vagas. Amante dos animaizinhos e do turismo ecológico. Freqüentadora de teatros, cinemas, baladas, etc, etc. Como diria minha irmã, "uma quase especialista em um zilhão de coisas". O espírito inquieto não combina com a inércia. O mote é conhecer lugares novos, provar novos sabores, falar com gente interessante, ter novas experiências e compartilhar aqui. Conhecimento é o exercício permanente de provar novas coisas.

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